Município realiza palestras de conscientização sobre o autismo

Equipe estuda a criação de ONG em Cruzeiro do Sul
Foto: Jean Hinterholz

O município de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria da Educação, Cultura e Esportes (Smece) montou uma programação para a semana de conscientização sobre o autismo. Os eventos serão voltados para professores, famílias de pessoas com autismo e comunidade em geral interessada.

Nesta terça-feira (5), foi oferecida uma palestra e roda de conversa com a psicóloga Tatiana Melo, da Organização Não Governamental (ONG) Azul como o Céu, de Lajeado. O encontro contou com cerca de 200 pessoas, a maioria, professores das redes municipal e estadual de ensino. Conforme a secretária da Smece, Anelise Assmann, a Nega, o objetivo foi ajudar os professores a identificar quem sofre do transtorno do espectro autista e realizar os devidos encaminhamentos para personalizar a forma de ensino.

Já nesta quarta-feira (06), haverá nova palestra e roda de conversa, com a mesma profissional, desta vez voltada às famílias de autistas e à comunidade em geral. Será a partir das 19h no auditório da Casa do Morro. Conforme a psicóloga, o objetivo é levar informação à sociedade e com isso auxiliar na inclusão social e trocar experiências a respeito do tratamento mais adequado. “Após esses eventos a Secretaria seguirá abordando o assunto nas escolas, contando com o apoio da ONG”, frisa a secretária.

Uma ONG no município

Anelise revela que no dia 29 de março, terça-feira, ocorreu o primeiro encontro, na Casa do Morro, para tratar sobre a possibilidade da criação de uma ONG relacionada ao autismo em Cruzeiro do Sul. A equipe já agendou um próximo encontro para seguir com as tratativas para o dia 29 de abril, no mesmo local. Interessados estão convidados a participar.

Conforme a secretária, há um aumento significativo de casos de autismo nas salas de aula, que têm chamado a atenção da pasta. Atualmente são em torno de 36 estudantes com este transtorno atendidos na rede municipal de ensino. “Para alguns destes é preciso um profissional exclusivo”, pontua.

Além disso, Nega observa que há verbas para ajudar essas crianças, contudo, é preciso institucionalizar o processo.

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