12 janeiro , às 10h16 | Geral

Moradores se mostram preocupados com o Distrito Industrial

Administração se diz consciente e quer resolver o problema.

Alguns moradores estão preocupados com as condições das vias públicas no Distrito Industrial, na localidade de São Rafael, em Cruzeiro do Sul. Conforme um munícipe, que prefere não se identificar, a sua preocupação é de que a cidade fique apresentável para seus cidadãos e de outros municípios. Ainda conforme constatado pelo contribuinte, a maior parte das vias do Distrito estão em estado precário, totalmente desniveladas. “Há locais intrafegáveis”, comenta. “Entendo que foi feita a colocação de bloquetos de concreto, sem ter sido feita uma base adequada para as condições dos veículos que por ali trafegam. Com o peso dos veículos, principalmente caminhões, acontece a deformação da pista”, analisa. O morador do bairro diz que costuma utilizar o local para andar de bicicleta, por ser calmo, sem muito movimento. O usuário das vias ainda reclama do mato alto nos canteiros e terrenos vagos. “Entendo que isso também é um empecilho para a vinda de novas empresas para o local”, reflete.

 

Administração

 

Em contato com o prefeito em exercício, João Henrique Dullius, e com o secretário de Planejamento, Israel Moccelin, os mesmos assinalam que a Administração está ciente e extremamente preocupada com as condições do local. “Quanto a vegetação, temos programada uma roçada para a próxima semana. Temos uma demanda muito grande nesse período do ano, devido calor e chuvas o que faz o mato crescer muito rápido, aliado a isso, vários servidores estão no seu período de férias. Contudo, a roçada será feita nos próximos dias”, garante Dullius.

Quanto a condição das vias, com suas deformidades, Moccelin explica que é um problema muito grave e que para ser solucionado exige um alto investimento, “o que no momento não temos”. Moccelin diz que é justamente como o contribuinte avalia, ou seja, o problema é causado por uma base mal projetada, ou seja, fraca, aliada ao peso dos caminhões que passam pelo local. “Para resolver é necessário retirar todos os bloquetos de concreto, introduzir uma nova base e voltar a colocar o calçamento. Também estamos estudando a possibilidade de alguma ação emergencial nos pontos mais críticos. O certo é que sabemos do problema e queremos resolvê-lo”, conclui o secretário. Lembrando que a obra foi iniciada em 2014 e concluída em 2015.

 

Fotos: Arquivo pessoal do leitor

 


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